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Celulite infecciosa – Saiba tudo!

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Foto de celulite infecciosa


A celulite nem sempre se reduz a um problema estético sem maior importância, no caso da celulite infecciosa é considerada uma patologia grave, que pode danificar tanto a epiderme como os tecidos subjacentes. Apesar da crença popular e do que o seu nome indica, a infecção não é provocada precisamente por causa da celulite.


O que é celulite infecciosa?


Ao contrário da pele de laranja que é provocada pelo acúmulo de gordura nos adipócitos, a celulite infecciosa é causada por diferentes tipos de bactérias que penetram a pele, usando como via de entrada, um arranhão, uma ferida, uma mordida ou qualquer outra fraqueza em sua camada superficial. Pode começar em qualquer área do corpo, embora seja mais frequente o seu desenvolvimento, a cara, os braços e as pernas.


Os sintomas mais comuns da celulite infecciosa são a vermelhidão, dor, comichão, inchaço e sensibilidade na área afetada, que geralmente se torna muito vulnerável com a acumulação de líquido e sangue abaixo da pele. Além disso, o quadro clínico pode ser acompanhado de febre, calafrios, taquicardia e outros sintomas de maior relevância.


Esta doença infecciosa requer uma atenção médica imediata para um tratamento adequado com antibióticos, já que a disseminação de bactérias na corrente sanguínea ou em órgãos internos, pode resultar em uma doença muito grave risco para a vida.


Causas que a provocam


A celulite infecciosa pode ser causada por diferentes tipos de bactérias, sendo as mais comuns as espécies Streptococcus e Stafphyococcus, embora os fungos também podem ser causadores em menor grau.


Para o contágio da bactéria precisa penetrar através da pele, por isso que podem ser fatores de risco a presença de feridas superficiais, mordidas ou picadas de animais, cortes nos dedos, presença de úlceras, etc., Também foi registrado, nos casos em que o interessado tiver antecedentes de doença vascular periférica, doenças diabéticos ou está inmunodeprimido.


O processo infeccioso iniciado quando há um contato com o microorganismo, através de uma pessoa portadora ou elementos que se tenham passado através da sua manipulação. A infecção ataca primeiro as camadas dérmicas e depois vai-se expandindo através da pele de forma longitudinal e transversal, de acordo com o que se vai notando um aumento dos sintomas.


Exemplo de tratamentos para celulite infecciosa


Tratamentos para a celulite infecciosa


A celulite infecciosa é diagnosticada devido à sua aparência e sintomas, depois do qual se podem indicar provas, como o estudo ou o CSC, para identificar os microorganismos bacterianos que entraram em contato com o paciente.


O tratamento principal para esta doença costuma ser farmacológico, devido à sua natureza, e consiste na indicação de antibióticos durante uma semana ou dez dias, mas, dependendo da condição do paciente, podem vir a ser mais. Os antibióticos são geralmente fornecidos por via oral quando se trata de uma celulite infecciosa leve, mas nos casos de maior gravidade devem receber por via intravenosa.


Para atenuar os sintomas também se pode aumentar a área do corpo infectada (braços ou pernas), de forma que se evite o acúmulo de sangue e melhora o aspecto geral da pele. Além disso, os analgésicos, os pensos frios e úmidos também podem aliviar os sintomas como a dor e a coceira na região.


Como consequência de uma resistência aos antibióticos fornecidos, pode chegar-se a necessidade de uma drenagem cirúrgica do tecido infectado. Nos casos em que a infecção se estende até os nódulos linfáticos, estes também devem ser drenados.


Como prevenir a celulite infecciosa?


A prevenção da celulite infecciosa começa a vigilância de feridas superficiais presentes na pele, já que estas podem ser vias potenciais para a penetração de bactérias ou fungos no organismo. Neste sentido, recomenda-se ter em conta as seguintes medidas preventivas:



  • Manter uma boa higiene da pele, evitando o acúmulo de impurezas, onde podem estar latentes as bactérias.

  • Manter a pele hidratada através da aplicação de pomadas ou cremes.

  • Prevenir ferimentos superficiais ou arranhões que podem ser causados por negligência.

  • Manter higienizada as feridas, tratándolas com um anti-séptico e cubriéndolas com gaze.

  • Manter uma alimentação equilibrada, rica em minerais e vitaminas.

Para os casos em que já se evidenciam os primeiros sintomas do quadro clínico da doença, recomenda-se recorrer de imediato ao médico para uma avaliação e em nenhum caso sexual.

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